A 11 de agosto de 2026, a Google anunciou que a aplicação Gemini ultrapassou os 1000 milhões de utilizadores mensais. Dois dias depois, a empresa lançou o Gemini 3.7 Flash, um modelo pensado para tarefas de programação e automação de agentes, com um preço agressivo que corta pela metade os custos praticados por concorrentes diretos. As duas notícias, anunciadas com 48 horas de diferença, não são coincidência: fazem parte de uma ofensiva coordenada da Google para consolidar o Gemini como o assistente de inteligência artificial mais usado do mundo, numa altura em que o ChatGPT já tinha atingido a mesma fasquia dois meses antes.

Este artigo analisa os números por trás do anúncio, compara o Gemini 3.7 Flash com os principais modelos rivais, olha para o histórico de crescimento dos assistentes de IA e explica o que este marco significa para utilizadores, programadores e investidores, incluindo em Portugal.

O Que a Google Anunciou a 11 de Agosto

O anúncio saiu diretamente do blogue oficial da Google, que descreveu a aplicação Gemini como tendo “oficialmente ultrapassado 1000 milhões de utilizadores mensais”, chamando-lhe o produto de crescimento mais rápido na história da empresa. O CEO Sundar Pichai reforçou a mensagem na rede social X, segundo relatou a TechCrunch, apresentando o Gemini como um dos produtos que mais rapidamente cresceu de sempre dentro do portefólio Google.

Há uma ressalva importante que vale a pena sublinhar: o número refere-se especificamente a pessoas que abrem a aplicação Gemini autónoma ou a interface web, conforme confirmou a TechTimes. Não inclui utilizadores que se cruzam com respostas geradas por IA nas Pesquisas Google (AI Overviews) nem quem usa o Gemini integrado no Workspace através do Gmail, Docs ou Sheets. Se esses públicos fossem somados, o alcance real da tecnologia da Google seria muito superior ao número anunciado.

A Google também não divulgou quantos desses 1000 milhões pagam por uma subscrição paga (Google AI Pro ou Ultra) e quantos usam apenas a versão gratuita. Essa omissão levanta uma questão que os analistas já discutem: crescer em número de contas ativas é mais fácil do que converter esse volume em receita recorrente, e a Google ainda não mostrou como pretende fazer essa transição em escala.

Gemini 3.7 Flash: Especificações e Preço

Dois dias depois do marco dos utilizadores, a 13 de agosto de 2026, a Google lançou o Gemini 3.7 Flash, descrito pela própria empresa como “o modelo cavalo de batalha mais inteligente” da família Gemini, otimizado para programação e tarefas realizadas por agentes autónomos. O modelo substitui o Gemini 3.6 Flash, lançado apenas 23 dias antes, um ritmo de atualização que mostra a pressão competitiva que a Google sente vinda da OpenAI, da Anthropic e de fabricantes chineses como a DeepSeek e a Alibaba.

O preço de lançamento é o ponto mais discutido entre programadores: 0,75 dólares por milhão de tokens de entrada e 3,75 dólares por milhão de tokens de saída, um valor introdutório válido até 31 de dezembro de 2026. A partir de 1 de janeiro de 2027, a tarifa duplica para 1,50 dólares (entrada) e 7,50 dólares (saída) por milhão de tokens, segundo confirma a documentação de preços da própria Google. Ou seja, quem está a testar o modelo agora está, na prática, a pagar metade do preço que a Google planeia cobrar dentro de poucos meses.

Nos testes de referência divulgados pela Google, o Gemini 3.7 Flash mostra ganhos claros face ao antecessor. No teste FrontierCode 1.1 Main, focado em tarefas de programação, o modelo pontuou 43,6%, contra 34,4% do Gemini 3.6 Flash. No teste GDP.pdf, que avalia raciocínio sobre documentos longos, subiu de 22,0% para 34,0%. São saltos de mais de nove pontos percentuais em ambos os casos, o tipo de progresso que a Google precisa de mostrar para justificar lançamentos tão próximos no tempo.

ModeloPreço entrada ($/1M tokens)Preço saída ($/1M tokens)Data de lançamento
Gemini 3.7 Flash0,75 (promocional)3,75 (promocional)13 ago. 2026
Gemini 3.6 Flash0,753,7521 jul. 2026
Claude Sonnet 52,0010,00
GPT-5.6 Terra2,0012,009 jul. 2026 (GA)
Muse Spark 1.2 (Meta)1,254,255 ago. 2026

Fonte: ficha técnica do modelo publicada pela DeepMind/Google. Os valores promocionais do Gemini 3.7 Flash e do Gemini 3.6 Flash duplicam a partir de 1 de janeiro de 2027.

Como Testar a API do Gemini 3.7 Flash

Para programadores que queiram avaliar o novo modelo, o pedido básico via API segue a mesma estrutura usada nas versões anteriores da família Gemini, bastando trocar o identificador do modelo:

curl -X POST "https://generativelanguage.googleapis.com/v1/models/gemini-3.7-flash:generateContent" \
  -H "Content-Type: application/json" \
  -H "X-goog-api-key: $GEMINI_API_KEY" \
  -d '{
    "contents": [{
      "parts": [{"text": "Explica em 3 frases o que mudou no Gemini 3.7 Flash"}]
    }]
  }'

Vale notar que o Gemini 3.7 Flash já alimenta o Gemini Spark, o assistente de tarefas do Workspace disponível para subscritores Google AI Pro e Ultra em mais de 160 países. A Google diz que a mudança melhora o uso de ferramentas em tarefas de vários passos, como consolidar ficheiros, redigir emails ou atualizar documentos de estado de projetos, sem que o utilizador precise de fazer nada além de atualizar a aplicação.

ChatGPT Chegou Primeiro: A Corrida aos 1000 Milhões

O detalhe que a Google preferiu não destacar no seu comunicado é que não foi a primeira a chegar aos 1000 milhões de utilizadores mensais em 2026. Segundo dados da Sensor Tower citados pela Reuters e compilados pelo relatório de estatísticas da GetAIRefs, o ChatGPT ultrapassou essa marca em junho de 2026, dois meses antes do Gemini, sendo descrito como a aplicação mais rápida da história a atingir esse volume de utilizadores.

Nesse mesmo relatório de junho, a aplicação Gemini já surgia com mais de 900 milhões de utilizadores mensais, o que significa que a Google só precisou de cerca de dois meses para fechar a diferença e ultrapassar a fasquia. É um ritmo de crescimento notável, sobretudo tendo em conta que o Gemini chegou ao mercado depois do ChatGPT e arrancou de uma base de utilizadores muito mais pequena.

Assistente de IAUtilizadores mensais ativosData da referênciaFonte
ChatGPT~1000 milhõesJunho de 2026Sensor Tower / Reuters
Gemini (app)900+ milhõesJunho de 2026GetAIRefs
Gemini (app)1000+ milhões11 de agosto de 2026Google (oficial)
Microsoft Copilot (todas as superfícies)100+ milhões2026Microsoft (reporte próprio)
Claude (uso de consumo)~26 a 30 milhões2026Estimativas de terceiros

Os números mostram um mercado a formar um duopólio de topo. ChatGPT e Gemini dominam a categoria de aplicações de conversação com IA, ambos na casa dos 1000 milhões de utilizadores mensais. O Copilot da Microsoft, com mais de 100 milhões, tem uma posição forte mas mistura utilização de sistema operativo (Windows) com utilização de produtividade paga (Microsoft 365), o que dificulta a comparação direta. O Claude, por seu lado, mantém uma base de consumo muito mais pequena, entre 26 e 30 milhões, apostando antes na receita gerada por chamadas de API usadas por empresas e programadores, um mercado que não aparece nestas contagens de utilizadores da aplicação de consumo.

O Fim do Google Assistant: Android Vai Todo para o Gemini

Há uma peça adicional que ajuda a explicar por que o crescimento do Gemini deverá acelerar ainda mais nos próximos meses. A partir de 4 de setembro de 2026, o Gemini substitui definitivamente o Google Assistant como assistente predefinido em dispositivos Android, segundo confirma o acompanhamento de novidades feito pela Keywords Everywhere. Isto significa que centenas de milhões de telemóveis Android vão passar a ter o Gemini como assistente de voz por defeito, sem que o utilizador tenha de instalar nada.

É uma jogada de distribuição semelhante à que a Microsoft já faz com o Copilot dentro do Windows: em vez de depender apenas de quem escolhe ativamente descarregar uma aplicação, a Google está a usar o controlo que tem sobre o sistema operativo mais usado do mundo em telemóveis para empurrar o Gemini para dentro de mil milhões de bolsos adicionais. Para a OpenAI, que não controla nenhum sistema operativo móvel relevante, este é precisamente o tipo de vantagem estrutural que é difícil de replicar apenas com melhor tecnologia.

Contexto Histórico: Do Bard ao Gemini

O caminho até este marco não foi linear. A Google lançou o seu primeiro chatbot de IA generativa, o Bard, em março de 2023, numa resposta apressada ao sucesso imediato do ChatGPT, lançado pela OpenAI em novembro de 2022. O Bard teve uma receção morna, marcada por um erro factual numa demonstração pública que custou milhares de milhões em valor de mercado à Alphabet no dia seguinte ao lançamento.

A marca só foi reformulada para Gemini em fevereiro de 2024, coincidindo com o lançamento da família de modelos com o mesmo nome. Desde então, a Google apostou numa cadência de lançamentos cada vez mais apertada, entre versões Pro, Flash e mais recentemente variantes especializadas como o Gemini Spark. O intervalo de apenas 23 dias entre o Gemini 3.6 Flash e o Gemini 3.7 Flash é o exemplo mais recente dessa aceleração, e contrasta com ciclos de lançamento que, há dois ou três anos, se mediam em trimestres.

Onde Ficam a DeepSeek, a Qwen e a Meta Nesta Corrida

O anúncio da Google não acontece isolado. Agosto de 2026 tem sido um mês particularmente movimentado no panorama dos modelos de fronteira. A DeepSeek lançou a versão de disponibilidade geral do DeepSeek-V4-Pro a 12 de agosto de 2026, depois de meses em pré-visualização pública desde abril. A Alibaba lançou o Qwen 3.8-Max no início de agosto. A Meta lançou o Muse Spark 1.2, uma atualização focada em programação, a 5 de agosto, treinada em conjunto com um agente de terminal chamado Muse Code. E a chinesa Z.ai lançou o GLM-5.3 a 15 de agosto, reivindicando capacidades de programação ao nível dos modelos de fronteira ocidentais.

A Anthropic também não ficou parada: lançou o Claude Fable 5 (a bandeira da classe Mythos) a 9 de junho de 2026, e o Claude Opus 5 a 24 de julho de 2026, este último com melhorias relevantes na resistência a ataques de prompt injection, um tema que já tinha sido analisado em detalhe neste artigo do shattered.io. O resultado é um mercado em que praticamente todas as semanas de agosto trouxeram um lançamento relevante de um modelo de fronteira, tornando cada vez mais difícil para qualquer empresa manter uma vantagem técnica por mais de algumas semanas.

Impacto no Mercado e nos Investidores

Não há, até à data de publicação deste artigo, dados públicos concretos sobre uma reação específica do preço das ações da Alphabet ao anúncio dos 1000 milhões de utilizadores ou ao lançamento do Gemini 3.7 Flash. As fontes disponíveis focam-se nos números de produto e não fornecem uma variação percentual verificável da cotação, pelo que evitamos especular sobre esse ponto.

O que é possível analisar com os dados disponíveis é o posicionamento competitivo. A Google está a usar dois instrumentos em simultâneo: preço (a tarifa promocional do Gemini 3.7 Flash é cerca de um terço do custo de saída do GPT-5.6 Terra) e distribuição (a substituição do Google Assistant no Android). É uma estratégia clássica de quem quer ganhar quota de mercado antes de otimizar para margem, um pouco à semelhança do que a própria Google fez há duas décadas com o Android e o Chrome. A pergunta em aberto é se a duplicação de preços prevista para janeiro de 2027 vai travar a adoção assim que a promoção terminar, ou se, a essa altura, o Gemini já estará suficientemente enraizado nos fluxos de trabalho dos programadores para a subida de preço ter pouco efeito.

O Que Isto Significa Para Portugal

Para utilizadores e empresas em Portugal, o crescimento do Gemini chega numa altura de maior escrutínio regulatório na União Europeia. Desde 2 de agosto de 2026, o Artigo 50.º do AI Act está em vigor, obrigando chatbots e geradores de conteúdo por IA a informar claramente os utilizadores de que estão a interagir com uma máquina, como já foi detalhado numa análise anterior do shattered.io. O Gemini, tal como o ChatGPT e o Claude, está abrangido por estas regras, e a Google terá de garantir que o assistente cumpre os requisitos de transparência à medida que ganha utilizadores em todo o continente, incluindo em território português.

Há também um fator local a considerar: Portugal tem investido no desenvolvimento de modelos de IA abertos e adaptados à língua portuguesa, como mostra o caso do projeto Amália, com 9 mil milhões de parâmetros e 7 milhões de euros de financiamento. A pergunta que se coloca é se modelos generalistas como o Gemini, otimizados sobretudo para inglês e para os grandes mercados globais, vão continuar a dominar o uso quotidiano em Portugal, ou se soluções mais localizadas conseguem ganhar espaço em nichos específicos, como administração pública ou apoio jurídico em português europeu.

Análise: Números de Utilizadores Não São Tudo

Vale a pena separar dois tipos de vitória que, à primeira vista, se confundem nesta notícia: a vitória em número de utilizadores e a vitória em capacidade técnica. O Gemini 3.7 Flash mostra ganhos reais nos testes de referência, mas os saltos de desempenho de nove a doze pontos percentuais nos benchmarks divulgados pela Google não colocam automaticamente o modelo à frente do GPT-5.6 Terra ou do Claude Sonnet 5 em todas as tarefas. O que a Google está a vender, sobretudo, é uma combinação de preço baixo e integração profunda no ecossistema Android e Workspace, não necessariamente o modelo mais capaz do mercado em termos absolutos.

Essa distinção importa porque explica por que a Anthropic, com uma base de utilizadores de consumo muito menor (26 a 30 milhões, contra mais de 1000 milhões do Gemini), continua a ser vista como um concorrente sério. A Claude foca-se em programadores e empresas que pagam pela API, um mercado onde a qualidade do modelo pesa mais do que a distribuição gratuita num telemóvel Android. São duas estratégias diferentes a competir por fatias diferentes do mesmo bolo, e os números de utilizadores mensais só contam metade da história.

Comparação de Desempenho: Gemini 3.7 Flash vs Antecessor

Teste de referênciaO que avaliaGemini 3.6 FlashGemini 3.7 Flash
FrontierCode 1.1 MainProgramação34,4%43,6%
GDP.pdfRaciocínio sobre documentos longos22,0%34,0%

Fonte: análise comparativa publicada pela Powerdrill, com base na documentação técnica divulgada pela Google. Os ganhos são consistentes com a narrativa oficial de que o 3.7 Flash foi desenhado especificamente para cargas de trabalho de programação e uso de ferramentas por agentes, mais do que para conversação genérica.

O Que Esperar a Seguir: Previsões

  • A duplicação de preço em janeiro de 2027 vai gerar críticas. Assim que a tarifa promocional do Gemini 3.7 Flash terminar, é provável que surjam comparações públicas a mostrar quanto os custos de infraestrutura de IA sobem para empresas que construíram produtos assumindo o preço introdutório como permanente.
  • A OpenAI deve responder com uma atualização de preço ou de modelo. Com o GPT-5.6 Terra a custar mais do dobro do Gemini 3.7 Flash por token de saída, é expectável uma resposta competitiva da OpenAI nos próximos meses, seja por via de um novo modelo mais barato, seja por descontos direcionados a programadores.
  • A substituição do Google Assistant vai acelerar ainda mais o crescimento do Gemini. Com o lançamento a 4 de setembro de 2026, é razoável esperar que o número de utilizadores mensais continue a subir de forma acentuada no último trimestre do ano, mesmo sem grandes campanhas de marketing.
  • O escrutínio regulatório europeu deve intensificar-se. À medida que o Gemini se torna assistente predefinido em mais dispositivos na União Europeia, é provável que as autoridades de proteção de dados e de concorrência analisem com mais atenção práticas de distribuição por defeito, um tema já sensível desde os processos antitrust movidos contra a Google noutras áreas de produto.
  • A Anthropic deve manter o foco em empresas em vez de perseguir volume de consumo. Dada a diferença de escala entre os 26 a 30 milhões de utilizadores de consumo do Claude e os mais de 1000 milhões do Gemini e do ChatGPT, é pouco provável que a Anthropic tente competir diretamente nesse terreno a curto prazo, preferindo continuar a apostar em receita de API empresarial.

Perguntas Frequentes

O que é o Gemini 3.7 Flash?

É o modelo de IA mais recente da família Gemini Flash da Google, lançado a 13 de agosto de 2026 e otimizado para tarefas de programação e para agentes que executam ações em várias etapas, como consolidar documentos ou automatizar fluxos de trabalho no Workspace.

Quanto custa usar o Gemini 3.7 Flash pela API?

O preço introdutório, válido até 31 de dezembro de 2026, é de 0,75 dólares por milhão de tokens de entrada e 3,75 dólares por milhão de tokens de saída. A partir de 1 de janeiro de 2027, o preço duplica para 1,50 e 7,50 dólares, respetivamente.

O Gemini tem mesmo mais utilizadores do que o ChatGPT?

Não exatamente. O ChatGPT chegou primeiro aos 1000 milhões de utilizadores mensais, em junho de 2026. O Gemini atingiu a mesma marca dois meses depois, a 11 de agosto de 2026. Os dois assistentes estão hoje na mesma ordem de grandeza, mas nenhuma das empresas divulgou números exatos e atualizados que permitam dizer com certeza qual tem mais utilizadores neste momento.

O Google Assistant vai desaparecer?

Sim, para a maioria dos utilizadores. A partir de 4 de setembro de 2026, o Gemini substitui o Google Assistant como assistente predefinido em dispositivos Android.

O Gemini 3.7 Flash está disponível em português?

Sim, o modelo suporta português entre os seus idiomas, tal como as versões anteriores da família Gemini, embora o desempenho em benchmarks divulgados pela Google seja normalmente medido em inglês.

Como se compara o Claude ao Gemini em número de utilizadores?

O Claude tem uma base de consumo muito mais pequena, estimada entre 26 e 30 milhões de utilizadores mensais, muito abaixo dos mais de 1000 milhões do Gemini e do ChatGPT. A Anthropic foca-se sobretudo em receita gerada por chamadas de API feitas por empresas e programadores.

O que muda com o AI Act para utilizadores do Gemini na União Europeia?

Desde 2 de agosto de 2026, o Artigo 50.º do AI Act obriga sistemas como o Gemini a informar claramente quando um utilizador está a interagir com uma inteligência artificial e a identificar conteúdo gerado artificialmente, sob pena de coimas que podem chegar a 3% do volume de negócios global da empresa.

Vale a pena mudar do Gemini 3.6 Flash para o 3.7 Flash?

Para quem usa o modelo em tarefas de programação ou automação, os ganhos nos testes de referência (de 34,4% para 43,6% no FrontierCode, por exemplo) justificam a migração, sobretudo porque o preço se mantém igual ao do 3.6 Flash durante o período promocional.

Para mais cobertura sobre inteligência artificial, consulte a secção de Inteligência Artificial do shattered.io.