A partir de 10 de setembro de 2026, quem joga For Honor em Linux, SteamOS ou Steam Deck fica sem acesso ao jogo. A Ubisoft confirmou que o multijogador vai ser bloqueado nestas plataformas assim que arrancar a Ranked Season 0, com o argumento de que o novo sistema anti-cheat “não consegue implementar proteção significativa” fora do Windows. É a primeira vez em anos que um estúdio grande dá este passo atrás depois de ter aberto suporte a Linux, e a decisão reacende uma discussão antiga: a Steam Deck cresceu, mas o anti-cheat de kernel continua a tratar Linux como um cidadão de segunda.
O caso é pequeno em escala mas simbólico. For Honor não é um blockbuster de 2026, mas é um dos poucos jogos competitivos da Ubisoft que, desde 2023, corria sem problemas no Steam Deck graças a uma configuração aberta do Easy Anti-Cheat (EAC). Essa janela fecha-se agora, e a comunidade Linux já está a comparar o anúncio com os bloqueios históricos de títulos como Fortnite, Valorant ou GTA Online. Este artigo reúne os factos confirmados pela Ubisoft, o que se sabe (e o que ainda não se sabe) sobre o novo anti-cheat, e o que isto significa para quem apostou na Steam Deck como máquina principal.
O que a Ubisoft anunciou sobre For Honor e Linux
O anúncio saiu a 1 de setembro de 2026 e foi reproduzido por vários meios, incluindo o PC Guide. A Ubisoft escreveu: “We are removing For Honor from the Linux platform to ensure a safer environment for our players, as we cannot meaningfully deploy protection on this platform.” Traduzindo, a editora argumenta que não consegue garantir uma proteção anti-cheat fiável em Linux e prefere cortar o acesso por completo em vez de manter uma versão mais vulnerável a batotas.
A frase seguinte da nota é a que mais preocupa quem joga em Steam Deck: “This means that For Honor will no longer be playable on Steam Deck starting September 10th.” Não há distinção entre desktop Linux e SteamOS. A partir dessa data, o jogo simplesmente recusa-se a correr em qualquer sistema baseado em kernel Linux, incluindo a própria consola portátil da Valve.
A Ubisoft deixou, no entanto, uma porta entreaberta. A nota termina com uma promessa vaga: “We will continue to investigate different ways to improve our anti-cheat with the possibility of reopening the platform in the future.” Não há prazo, nem compromisso técnico associado, mas é a frase que a comunidade Linux está a agarrar como sinal de que o bloqueio pode não ser definitivo.
Porque é que o anti-cheat trava tantas vezes o Linux
Para perceber a decisão da Ubisoft é preciso perceber como funciona o anti-cheat mais popular do mercado. O Easy Anti-Cheat (EAC), da Epic Games, e o BattlEye têm ambos um “backend” para Linux via Proton, a camada de compatibilidade da Valve. Mas esse backend só funciona se o estúdio decidir ativá-lo explicitamente nas definições do Epic Online Services ou diretamente com a BattlEye. Nenhum dos dois sistemas corre em Linux “por defeito”.
O problema agrava-se quando o anti-cheat passa a operar ao nível do kernel, ou seja, com um driver que corre com privilégios de sistema para detetar manipulações de memória em tempo real. Este tipo de proteção é praticamente incompatível com o modelo do Proton, que traduz chamadas do Windows para Linux sem dar ao anti-cheat o acesso profundo ao sistema operativo que ele pede em Windows. É essa a explicação técnica mais provável para o corte no For Honor: o jogo já usava EAC com Linux ativado, mas a atualização que chega a 10 de setembro, associada à nova Ranked Season 0, aponta para uma configuração mais restritiva e possivelmente de kernel, segundo análise da Steam Deck HQ.
Note que nem a Ubisoft nem qualquer fonte oficial confirmou publicamente o nome exato do novo sistema anti-cheat, nem se este é, de facto, baseado em kernel. A editora fala apenas em “atualização” ou “novo sistema”, sem detalhes técnicos. O que está confirmado é o resultado prático: o EAC com suporte Linux que funcionava desde 2023 vai deixar de estar disponível.
Cronologia: de jogo compatível a jogo bloqueado
A história de For Honor em Linux não começa em 2026. Em julho de 2023, uma atualização do Easy Anti-Cheat tornou o jogo jogável na Steam Deck pela primeira vez, um marco assinalado na altura pelo site GamingOnLinux, que descreveu a mudança como “This update of Easy Anti-Cheat makes the game playable on Steam Deck”. Durante mais de três anos, jogadores de Linux e donos de Steam Deck puderam entrar nas batalhas medievais de For Honor sem qualquer bloqueio.
Essa janela fecha-se agora, coincidindo com o lançamento da Ranked Season 0, que traz o modo Ranked Dominion e ajustes ao Ranked Duel, além de crossplay reforçado entre plataformas. A ligação entre a nova temporada competitiva e o reforço do anti-cheat não é coincidência: sempre que a Ubisoft investe em modos ranqueados sérios, a pressão para reduzir batota sobe, e é normalmente aí que decisões deste tipo acontecem.
Na prática, a linha do tempo resume-se a três momentos: suporte total via EAC a partir de julho de 2023, aviso de bloqueio a 1 de setembro de 2026, e corte efetivo a 10 de setembro de 2026. Três anos de compatibilidade terminam em nove dias de aviso.
Quantos jogadores de Steam Deck e Linux ficam de fora
Nem a Ubisoft nem o inquérito de hardware da Steam publicaram um número exato de jogadores de For Honor em Linux ou Steam Deck. Não existe, para já, uma percentagem oficial de “utilizadores afetados” divulgada pela editora, e qualquer número inventado seria pura especulação. O que existe é contexto indireto: a página do jogo no ProtonDB já está a acumular notas de utilizadores a confirmar que, a partir de 10 de setembro, “Linux gets blocked by Easy Anti Cheat”, e a avisar outros jogadores de Linux para não comprarem o jogo à espera de continuar a jogar depois dessa data.
O que se sabe com mais segurança é a escala do problema de anti-cheat em Linux como um todo. Segundo um levantamento da Switchblade Gaming publicado a 1 de setembro de 2026, há atualmente 640 jogos ainda considerados “quebrados” na Steam Deck por causa de anti-cheat incompatível ou não ativado para Linux. For Honor passa agora a engrossar essa lista, depois de ter sido, durante três anos, um dos exemplos citados como “bem resolvidos”.
Tabela: anti-cheat e compatibilidade com Linux e Steam Deck em 2026
A tabela seguinte resume o estado dos principais sistemas anti-cheat usados na indústria e a sua relação com Linux/Proton, com base em documentação técnica e nas listas de compatibilidade mantidas pela comunidade.
| Sistema anti-cheat | Suporte Linux/Proton | Depende de ativação do estúdio | Exemplo |
| Easy Anti-Cheat (modo standard) | Sim, via backend Linux/Wine | Sim, tem de ser ligado no Epic Online Services | For Honor até 9 de setembro de 2026 |
| BattlEye (Proton Runtime) | Sim, via Proton BattlEye Runtime | Sim, o estúdio contacta a BattlEye para ativar | ARK: Survival Evolved, DayZ |
| VAC (Valve Anti-Cheat) | Nativo em Linux | Não, integrado no próprio Steam | DayZ (em conjunto com BattlEye) |
| Anti-cheat de kernel (não identificado) | Normalmente incompatível | Não aplicável, exige driver Windows | Suspeita para o novo sistema do For Honor |
A leitura desta tabela explica porque é que o mesmo jogo pode passar de “compatível” a “bloqueado” sem que a Steam Deck em si tenha mudado nada. A responsabilidade está do lado do estúdio: manter ou desligar uma opção de configuração no anti-cheat.
Outros jogos com o mesmo braço de ferro entre anti-cheat e Linux
For Honor não inventa o problema, apenas junta-se a uma lista antiga de jogos competitivos que optaram por anti-cheat de kernel incompatível com Linux, entre eles títulos como Fortnite, Valorant, Apex Legends e GTA Online, que há vários anos não correm em Steam Deck ou distribuições Linux por causa de proteções ao nível do sistema operativo. A diferença é que estes jogos nunca chegaram a ter suporte Linux para depois o perderem: nasceram já fechados a essa plataforma.
O que torna o caso For Honor mais incómodo é precisamente o caminho inverso: um jogo que já tinha resolvido o problema, com uma solução testada durante três anos, decide voltar atrás. Isso alimenta a desconfiança de quem compra hardware como a Steam Deck a pensar que a compatibilidade de hoje é garantia de compatibilidade amanhã, quando na prática cada atualização de anti-cheat pode reabrir ou fechar essa porta sem aviso prévio de meses.
Do outro lado, há exemplos positivos que mostram que a incompatibilidade não é inevitável. A lista de compatibilidade mantida pela GamingOnLinux mostra vários jogos com EAC ou BattlEye a funcionar sem problemas em Proton, prova de que a tecnologia existe e está madura; falta é vontade dos estúdios em mantê-la ativa.
Tabela: jogos populares e o seu estado atual em Linux/Steam Deck
| Jogo | Anti-cheat usado | Estado em Linux/Steam Deck |
| ARK: Survival Evolved | BattlEye + VAC | Suportado |
| DayZ | BattlEye + VAC | Suportado |
| For Honor (até 9 set. 2026) | Easy Anti-Cheat | Suportado |
| For Honor (a partir de 10 set. 2026) | Novo sistema, não identificado | Bloqueado |
| Outros 640 jogos rastreados | Vários, incluindo kernel-level | Quebrados ou sem suporte |
Os dados desta tabela vêm do levantamento da Switchblade Gaming de 1 de setembro de 2026 e da lista viva da GamingOnLinux, que é atualizada à medida que estúdios ativam ou desativam suporte Linux nos respetivos anti-cheat.
Como verificar se um jogo ainda corre depois de uma atualização de anti-cheat
Antes de decidir se vale a pena manter um jogo instalado ou pedir reembolso na Steam, quem usa Steam Deck ou desktop Linux pode confirmar o estado de compatibilidade diretamente na página do ProtonDB do jogo. Não é preciso nenhuma ferramenta complicada, basta o ID da aplicação Steam.
# Substituir 304390 pelo App ID do jogo na Steam (304390 = For Honor)
curl -s https://www.protondb.com/app/304390 | grep -i "anti-cheat"
# Alternativa: consultar a lista viva de compatibilidade de anti-cheat
xdg-open https://www.gamingonlinux.com/anticheat/
Esta verificação simples evita surpresas: em vez de descobrir o bloqueio depois de o jogo já não abrir, dá para confirmar antecipadamente se um determinado título depende de uma configuração de anti-cheat que pode mudar a qualquer momento, como aconteceu agora com For Honor.
Reação da comunidade Linux e da Steam Deck
A reação nas comunidades dedicadas a Linux e Steam Deck foi imediata, embora sem qualquer declaração pública da Valve ou da equipa do Proton/CodeWeavers sobre o caso específico do For Honor. Nas notas de utilizadores no ProtonDB, o tom é de resignação mais do que surpresa: muitos apontam que já esperavam este tipo de recuo desde que a Ubisoft começou a reforçar os modos competitivos do jogo.
Sites especializados como a Steam Deck HQ e o agregador AlternativeTo classificaram a notícia como mais um caso de “jogo que se junta à lista de títulos que deixam de funcionar em Linux por adotarem um novo sistema anti-cheat”, frase que resume bem o sentimento geral: não é um caso isolado, é um padrão que se repete cada vez que um estúdio decide levar o modo competitivo mais a sério.
O impacto para a Valve e para o ecossistema SteamOS
Para a Valve, o timing não podia ser pior. A empresa está a meio de uma expansão agressiva do SteamOS para além da Steam Deck, com fabricantes como Lenovo, ASUS e MSI a lançar handhelds concorrentes já com o sistema operativo da Valve pré-instalado, e prepara-se ainda para lançar hardware de sala de estar sob a marca Steam Machine. Cada anúncio como o do For Honor mina a mensagem central da Valve de que o SteamOS já não é uma plataforma de segunda categoria.
Ainda assim, o dano prático é limitado. For Honor, apesar de ser um jogo com uma base de fãs fiel desde 2017, já não está entre os títulos mais jogados da Steam Deck, e a maior parte do catálogo mais popular continua a correr sem problemas graças a jogos indie e single-player, que raramente usam anti-cheat agressivo. O risco real não é este caso isolado, mas o precedente: se mais editoras seguirem o mesmo caminho à medida que lançam modos competitivos sérios, a lista de 640 jogos “quebrados” identificada pela Switchblade Gaming só tende a crescer.
Comparação: a abordagem da Ubisoft frente aos concorrentes
Vale comparar a postura da Ubisoft com a de outros estúdios que gerem jogos com anti-cheat e uma base de jogadores em Steam Deck. Estúdios como a Bohemia Interactive (DayZ) e a Studio Wildcard (ARK: Survival Evolved) optaram por manter BattlEye configurado com o runtime Proton ativo, aceitando o compromisso técnico em troca de continuar a incluir os jogadores de Linux. Já a Ubisoft, com For Honor, escolheu o caminho oposto: preferiu cortar Linux por completo a arriscar uma proteção anti-cheat considerada insuficiente nessa plataforma.
Esta diferença de abordagem mostra que a incompatibilidade com Linux não é uma fatalidade técnica, é uma decisão de gestão de risco. Os mesmos fornecedores de anti-cheat, EAC e BattlEye, oferecem caminhos de compatibilidade Linux há anos, incluindo a opção que a própria Valve tornou pública em 2021, quando confirmou que bastava ao estúdio contactar a BattlEye para ativar o runtime Proton. A escolha final é sempre do estúdio, não da tecnologia.
Contexto histórico: uma batalha que já dura mais de cinco anos
A tensão entre anti-cheat e Linux não nasceu com o For Honor. Desde o lançamento da Steam Deck, em 2022, a Valve tem feito lóbi junto de fornecedores de anti-cheat para que abram caminhos de compatibilidade, e conseguiu resultados reais: tanto o EAC como o BattlEye desenvolveram backends dedicados a Proton, hoje usados por dezenas de jogos populares. O problema nunca foi a falta de tecnologia, foi sempre a falta de adoção por parte dos estúdios, que continuam a tratar Linux como um mercado secundário e, por isso, o primeiro a ser sacrificado quando surgem preocupações de segurança.
O caso For Honor junta-se assim a uma história feita de avanços e recuos: jogos que ganham suporte Linux, perdem-no numa atualização de anti-cheat, e por vezes recuperam-no meses ou anos depois. A frase da Ubisoft sobre investigar formas de melhorar o anti-cheat com a possibilidade de reabrir a plataforma no futuro encaixa exatamente nesse padrão cíclico que já se repetiu com outros títulos ao longo dos últimos cinco anos.
O que perde a Ubisoft com esta decisão
Do ponto de vista de negócio, a Ubisoft está a trocar uma fatia pequena mas vocal da sua base de jogadores por uma redução, ainda por comprovar, do risco de batota nos modos ranqueados. For Honor é um jogo de 2017 que sobrevive graças a uma comunidade dedicada, e é precisamente esse tipo de comunidade, entusiasta e tecnicamente informada, que tende a estar mais presente em fóruns como o ProtonDB e mais disposta a fazer barulho nas redes sociais quando se sente prejudicada.
Há ainda um custo reputacional a somar: numa altura em que a Ubisoft já enfrenta críticas recorrentes sobre a gestão dos seus jogos como serviço, cortar acesso a uma plataforma que tinha suporte ativo há três anos reforça a perceção de imprevisibilidade junto de uma base de jogadores que já é, por si, mais cética em relação às decisões da editora.
Alternativas para quem joga For Honor em Steam Deck
Para quem não quer ficar sem acesso ao jogo a partir de 10 de setembro, há essencialmente duas opções práticas. A primeira é instalar Windows na Steam Deck em dual-boot, contornando o bloqueio ao correr o jogo fora do SteamOS, uma solução tecnicamente viável mas que sacrifica parte da simplicidade que torna a consola da Valve atrativa. A segunda é simplesmente aceitar a perda de acesso e redirecionar o tempo de jogo para títulos com anti-cheat comprovadamente compatível, como os exemplos BattlEye já referidos.
Nenhuma das opções é ideal. A primeira exige tempo de configuração e reduz a autonomia da bateria devido à sobrecarga do Windows face ao SteamOS otimizado; a segunda significa, na prática, desistir de um jogo que a comunidade já tinha resgatado tecnicamente há três anos.
Previsões: o que pode acontecer a seguir
Com base no histórico do setor e nas declarações já feitas pela Ubisoft, há alguns cenários prováveis para os próximos meses:
- A Ubisoft pode reverter parcialmente a decisão se a pressão da comunidade Linux for suficientemente visível, tal como a própria nota da editora deixa em aberto.
- Outros jogos competitivos da Ubisoft com investimento em modos ranqueados podem seguir o mesmo caminho, sobretudo se o novo anti-cheat do For Honor se revelar eficaz contra batota.
- A lista de jogos quebrados na Steam Deck, hoje em 640 segundo a Switchblade Gaming, deve continuar a crescer enquanto não houver um padrão da indústria que obrigue à ativação de suporte Linux por defeito.
- A Valve deve intensificar o lóbi junto de fornecedores de anti-cheat à medida que mais handhelds com SteamOS (Legion Go, ROG Ally, MSI Claw) chegam ao mercado, elevando o peso comercial de Linux nas negociações.
- O lançamento da Steam Machine, já anunciado pela Valve para hardware de sala de estar, deve tornar-se um argumento de peso para convencer editoras a manter ou reativar suporte Linux, já que a base instalada deixa de ser apenas um nicho portátil.
Perguntas frequentes
Quando é que For Honor deixa de funcionar em Linux e Steam Deck?
A partir de 10 de setembro de 2026, data em que arranca a Ranked Season 0 do jogo.
Porque é que a Ubisoft está a bloquear o jogo nestas plataformas?
A editora afirma que não consegue garantir proteção anti-cheat fiável em Linux com o novo sistema associado à atualização, optando por remover o acesso em vez de manter uma versão menos protegida.
For Honor vai voltar a funcionar em Linux no futuro?
A Ubisoft não deu prazo, mas a própria nota oficial admite continuar a investigar formas de melhorar o anti-cheat com possibilidade de reabrir a plataforma mais tarde.
Que anti-cheat é que For Honor usava antes desta mudança?
Easy Anti-Cheat (EAC), com suporte Linux ativado desde uma atualização de julho de 2023.
Há alguma forma de continuar a jogar For Honor na Steam Deck depois de 10 de setembro?
A única alternativa prática é instalar Windows em dual-boot na consola, já que o SteamOS nativo deixa de conseguir correr o jogo.
Quantos jogos ainda têm problemas de anti-cheat na Steam Deck?
Segundo um levantamento de 1 de setembro de 2026 da Switchblade Gaming, cerca de 640 jogos continuam classificados como quebrados por incompatibilidade de anti-cheat.
Que outros jogos populares têm anti-cheat compatível com Linux?
ARK: Survival Evolved e DayZ, ambos com BattlEye e VAC, estão classificados como suportados nas listas de compatibilidade da comunidade.
A Valve já reagiu oficialmente ao bloqueio do For Honor?
Não há, até à data, qualquer declaração pública da Valve ou da equipa do Proton/CodeWeavers especificamente sobre este caso.




