A Nintendo vai voltar a ter Call of Duty no catálogo das suas consolas depois de mais de uma década fora da família Switch na sua forma nativa. A Activision confirmou que Call of Duty: Modern Warfare 4 chega à Nintendo Switch 2 a 23 de outubro de 2026, no mesmo dia em que a Infinity Ward lança o jogo em PS5, Xbox Series X|S e PC. É a primeira vez que um Call of Duty de grande orçamento corre de forma nativa, sem depender de streaming na cloud, numa consola portátil da Nintendo desde 2013.

O lançamento junta dois dos maiores nomes da indústria do videojogo num só anúncio: a franquia que domina as tabelas de vendas nos EUA há quase duas décadas e a consola que mais rápido vendeu na história da Nintendo. Para a Switch 2, que já soma 23,68 milhões de unidades expedidas a nível mundial até junho de 2026, segundo os dados oficiais da Nintendo, o Modern Warfare 4 funciona como teste de fogo: prova se o hardware híbrido consegue correr o jogo de tiros mais exigente do mercado sem sacrificar demasiado a experiência que os jogadores de PS5 e Xbox já conhecem.

O fim de um jejum de 13 anos para a Nintendo

A última vez que um Call of Duty numerado chegou a uma consola Nintendo foi em 2013, com o Call of Duty: Ghosts na Wii U, uma versão que ficou longe das expectativas técnicas da altura. Desde então, a série passou treze anos sem presença nativa relevante em hardware Nintendo, enquanto PlayStation e Xbox continuaram a receber uma edição anual sem falhas. A chegada do Modern Warfare 4 à Switch 2 fecha esse intervalo e devolve a Nintendo a um lugar na conversa sobre o maior lançamento anual da indústria.

O regresso não é um acaso de calendário. Nasce de um compromisso firmado entre a Microsoft e a Nintendo em fevereiro de 2023, quando as duas empresas assinaram um acordo vinculativo de dez anos para trazer Call of Duty às plataformas Nintendo, segundo consta no histórico documentado da aquisição da Activision Blizzard pela Microsoft. Esse acordo surgiu em pleno processo de escrutínio regulatório à compra da Activision Blizzard e funcionou como garantia pública de que a franquia não ficaria fechada no ecossistema Xbox. Mais de três anos depois, a promessa materializa-se com um lançamento simultâneo, no mesmo dia, nas quatro grandes famílias de plataformas.

Jack O’Hara, responsável de estúdio na Infinity Ward, descreveu o momento como um retorno simbólico à Nintendo. Segundo o próprio, é motivo de entusiasmo estar de volta a uma plataforma Nintendo depois de tanto tempo: “It’s exciting to be back on a Nintendo platform.”, afirmou O’Hara, citado pelo Video Games Chronicle.

Datas, edições e o que se sabe sobre os preços

A Activision confirmou oficialmente a data de 23 de outubro de 2026 para todas as plataformas, incluindo a Switch 2, através do anúncio replicado no site da Nintendo. O jogo chega em duas edições digitais, Standard e Vault, disponíveis em todas as lojas digitais das plataformas suportadas. No lado Xbox, onde os preços já foram tornados públicos pela própria Microsoft, a edição Standard custa 69,99 dólares e a edição Vault custa 99,99 dólares, de acordo com a página oficial do jogo na Xbox.

Para PS5, PC e Switch 2, a Activision ainda não divulgou um preço específico por região nas listagens públicas consultadas, pelo que qualquer valor em euros para o mercado português deve ser tratado com cautela até à confirmação junto da loja da Nintendo ou de retalhistas portugueses. O que está confirmado é que as pré-encomendas para a versão Switch 2 abriram a 26 de agosto de 2026, tanto em retalho como na eShop, e que o beta aberto para a consola da Nintendo esteve disponível a partir de 28 de agosto, com pré-carregamento a começar dois dias antes, segundo o comunicado da Activision replicado pela imprensa especializada.

A Nintendo publicou o anúncio oficial da parceria nas suas contas sociais, incluindo a frase promocional do jogo. A conta oficial da Nintendo of America escreveu: “A hunt for revenge sparks a conflict far greater than anyone could have anticipated in @CallofDuty Modern Warfare 4 on Nintendo Switch 2. Available Oct 23.”, numa publicação disponível no X (antigo Twitter).

O hardware da Switch 2 posto à prova

O maior ponto de interrogação em torno deste lançamento é técnico. A Switch 2 usa um processador personalizado da Nvidia, conhecido na comunidade de hardware como T239, com oito núcleos ARM Cortex-A78C, dos quais apenas seis ficam disponíveis para os jogos (os outros dois ficam reservados ao sistema). A parte gráfica assenta em arquitetura Nvidia Ampere com 1.536 núcleos CUDA, enquanto a memória é composta por 12 GB de RAM LPDDR5X, com cerca de 9 GB efetivamente disponíveis para os jogos depois da reserva do sistema operativo. Estes números resultam de análises técnicas independentes, incluindo as conduzidas pela equipa da Digital Foundry e pela Tom’s Hardware, já que a própria Nintendo descreve o chip apenas como “processador personalizado feito pela Nvidia” nas suas especificações oficiais.

A largura de banda de memória muda significativamente entre os dois modos de utilização: cerca de 68 GB/s em modo portátil e 102 GB/s em modo ancorado (docked), com o relógio da GPU a subir de aproximadamente 561 MHz em portátil para 1.007 MHz quando a consola está ligada à televisão. Esta diferença de desempenho entre os dois modos é precisamente o que torna a portabilidade de um motor gráfico tão pesado como o do Call of Duty um desafio de engenharia, já que o estúdio responsável precisa de garantir uma experiência minimamente estável nos dois cenários, não apenas no mais potente.

ComponenteEspecificaçãoModo portátilModo ancorado (TV)
CPU8 núcleos ARM Cortex-A78C (6 disponíveis para jogos)PartilhadoPartilhado
GPUNvidia Ampere, 1.536 núcleos CUDA~561 MHz~1.007 MHz
Memória RAM12 GB LPDDR5X (~9 GB para jogos)––
Largura de bandaMemória partilhada~68 GB/s~102 GB/s
Classificação do chipNvidia T239 (não confirmado oficialmente pela Nintendo)––

Os primeiros relatos do beta aberto, publicados por imprensa especializada que testou a versão Switch 2 em agosto de 2026, apontam para um objetivo de aproximadamente 60 imagens por segundo, tanto em modo ancorado como em modo portátil, mas com compromissos visíveis: resolução reduzida, menor distância de desenho, texturas simplificadas e miras de precisão (scopes) menos detalhadas. Nenhuma fonte oficial confirmou até agora um valor fixo de resolução nativa ou dinâmica, pelo que qualquer número exato de pixels deve ser lido com reserva até a Activision publicar uma ficha técnica definitiva.

Quem fez a portabilidade: Infinity Ward e Digital Legends

A Activision confirmou que a versão Switch 2 está a ser desenvolvida de forma nativa, em parceria entre a Infinity Ward, estúdio principal responsável pelo Modern Warfare 4, e a Digital Legends, estúdio espanhol com histórico de trabalho em portabilidades para hardware menos potente. A escolha de um parceiro dedicado à otimização para Switch 2, em vez de depender apenas de uma versão em cloud gaming, sinaliza que a Activision quer tratar esta edição como um produto completo e não como um extra experimental.

Questionado sobre como estava a correr o processo de adaptação do jogo ao hardware da Nintendo, O’Hara foi direto. Segundo o responsável de estúdio, o trabalho tem corrido sem sobressaltos: “It’s actually been pretty smooth.” e, indo mais longe, acrescentou que não há problemas a reportar: “There are no problems to report.”, ambas declarações citadas pelo Video Games Chronicle. É um discurso otimista, mas que contrasta com os relatos práticos do beta, que identificaram os cortes gráficos já mencionados. A diferença entre “sem problemas técnicos no processo de desenvolvimento” e “sem compromissos visuais no produto final” é precisamente o que a crítica especializada vai escrutinar nas semanas após o lançamento de 23 de outubro.

Crossplay e progressão: o que já está confirmado

Um dos maiores receios de qualquer jogador de consola menos potente é ficar isolado da base de jogadores principal. A Activision já respondeu a essa dúvida: a Switch 2 vai partilhar o mesmo sistema de jogo em rede (matchmaking) com as restantes plataformas. Jack O’Hara confirmou a existência de crossplay completo entre a consola da Nintendo e o resto do ecossistema: “Right now, we support crossplay between Switch 2 and the rest of the platforms.”, disse O’Hara ao GamesRadar.

No lado Xbox, a edição beneficia ainda do programa Xbox Play Anywhere, que liga a compra feita em consola Xbox à versão de PC através da conta Microsoft, segundo o anúncio publicado pela Xbox Wire. Esse benefício, por si só, não implica automaticamente progressão cruzada completa entre PlayStation, Steam, Battle.net e Switch 2 para passes de batalha, operadores ou itens de loja, um detalhe que a Activision ainda não esclareceu de forma exaustiva nas suas comunicações públicas até à data de publicação deste artigo.

O impacto da compra da Activision Blizzard pela Microsoft

Para entender por que razão a Nintendo voltou a ter Call of Duty, é preciso recuar à maior aquisição da história dos videojogos. A Microsoft anunciou, a 18 de janeiro de 2022, a intenção de comprar a Activision Blizzard por 68,7 mil milhões de dólares. O negócio enfrentou mais de um ano e meio de escrutínio regulatório em várias jurisdições e só ficou formalmente concluído a 13 de outubro de 2023, com o custo total da operação a situar-se, segundo análises financeiras posteriores, próximo dos 75,4 mil milhões de dólares quando contabilizados os ajustes finais da transação, de acordo com o histórico documentado na Wikipédia, que compila as fontes financeiras e regulatórias do processo.

Foi precisamente durante esse período de escrutínio, em fevereiro de 2023, que a Microsoft fechou o acordo de dez anos com a Nintendo para trazer Call of Duty às plataformas da empresa japonesa, com a promessa de lançamentos simultâneos e paridade total de conteúdo em relação à versão Xbox. O compromisso funcionou como argumento central da Microsoft perante reguladores europeus, britânicos e norte-americanos, que temiam que a compra da Activision Blizzard pudesse transformar o Call of Duty numa exclusividade Xbox e sufocar a concorrência no mercado de consolas.

A base instalada da Switch 2: crescimento sustentado

A dimensão do mercado potencial para o Modern Warfare 4 na Switch 2 depende diretamente de quantas unidades da consola já estão nas mãos dos consumidores. A Nintendo reportou, no relatório do ano fiscal encerrado a 31 de março de 2026, um total de 19,86 milhões de unidades vendidas, acima da previsão revista de 19 milhões que a própria empresa tinha fixado. Três meses depois, no trimestre encerrado a 30 de junho de 2026, a Nintendo expediu mais 3,82 milhões de unidades, elevando o total acumulado para 23,68 milhões de consolas a nível mundial, segundo os dados de vendas publicados oficialmente pela Nintendo.

PeríodoUnidades expedidas (acumulado)Unidades no trimestreFonte
Até 31 mar 2026 (fim do ano fiscal)19,86 milhões–Relatório financeiro Nintendo
Até 30 jun 2026 (1º trimestre fiscal)23,68 milhões3,82 milhõesDados de vendas Nintendo
Previsão até 31 mar 2027+16,5 milhões adicionais (previsão)–Previsão oficial Nintendo

Para a Activision, uma base instalada que já ultrapassa os 23 milhões de consolas, e que deverá crescer mais 16,5 milhões de unidades só no ano fiscal seguinte segundo a própria previsão da Nintendo, representa um mercado demasiado grande para ignorar, mesmo que a fasquia técnica da Switch 2 fique abaixo da PS5 ou da Xbox Series X. É esse volume de jogadores, e não apenas a potência de processamento, que explica o investimento da editora numa portabilidade dedicada em vez de uma simples versão em streaming.

Call of Duty perde terreno nas tabelas de vendas de 2025

O contexto comercial em que o Modern Warfare 4 chega à Switch 2 não é o mesmo de há uma década, quando a série dominava sem rival à vista. Em novembro de 2025, o Call of Duty: Black Ops 7 foi o jogo mais vendido nos Estados Unidos, prolongando para 18 anos consecutivos a sequência em que um título da franquia lidera o seu mês de lançamento, segundo dados da consultora Circana citados pela GamesBeat. Ainda assim, as vendas em valor do Black Ops 7 caíram numa percentagem de dois dígitos face ao Black Ops 6 no mesmo período do ano anterior, um sinal de desgaste que a imprensa especializada já vinha assinalando.

Mais revelador ainda: o Battlefield 6, da Electronic Arts, tornou-se um candidato sério a superar o Black Ops 7 como jogo mais vendido de todo o ano de 2025 nos Estados Unidos, de acordo com reportagem do Metro, que também assinalou que novembro de 2025 foi o mês mais fraco para vendas de hardware e software nos EUA desde 1995. Ou seja: o Call of Duty entra na Switch 2 precisamente no momento em que enfrenta a concorrência mais séria em quase vinte anos, vinda de um rival direto no género de tiros militares em primeira pessoa.

Comparação com outros grandes lançamentos de terceiros na Switch 2

O Modern Warfare 4 não é o primeiro jogo de grande orçamento a testar os limites da Switch 2 este ano. A consola já recebeu portabilidades de peso, cada uma com o seu próprio exercício de equilíbrio entre fidelidade visual e desempenho. Olhar para esse histórico recente ajuda a calibrar expectativas: nenhum destes lançamentos correu na Switch 2 ao mesmo nível gráfico da versão PS5 ou Xbox, mas todos mantiveram jogabilidade estável o suficiente para justificar a compra numa consola híbrida.

A pressão competitiva também vem de dentro da própria família Nintendo: a mesma consola recebeu recentemente anúncios de peso, incluindo novos remakes e subidas de preço discutidas em Nintendo Direct. O Modern Warfare 4 entra, assim, num calendário já disputado por produções internas da própria Nintendo, o que aumenta a pressão sobre a Activision para garantir que a experiência multijogador, o coração comercial da franquia, não fica em desvantagem técnica evidente frente às versões de consola de mesa.

Concorrência direta: PS5, Xbox Series X|S e PC

Nas plataformas de consola de mesa e PC, o Modern Warfare 4 não enfrenta as mesmas limitações de memória ou de núcleos gráficos. A Activision já confirmou o lançamento simultâneo em PS5 através da ficha de produto na PlayStation Store, e em Xbox Series X|S através da já mencionada página oficial da Xbox, com suporte total ao programa Xbox Play Anywhere. Em PC, o jogo chega através de Steam e Battle.net, mantendo a estratégia multiplataforma que a Activision já aplicava antes da aquisição pela Microsoft.

A grande incógnita que resta é se a Activision vai aplicar o mesmo preço de 69,99 dólares da versão Xbox à edição Switch 2, ou se vai seguir o precedente de outras portabilidades de terceiros para a consola da Nintendo, que por vezes chegam com um valor equivalente apesar da diferença de potência gráfica. Até à data de publicação, nenhuma loja digital tinha tornado público um preço definitivo para a versão Switch 2, pelo que os jogadores portugueses só terão essa certeza perto da data de lançamento.

Contexto histórico: a longa ausência da Nintendo

Vale a pena lembrar por que razão o Call of Duty desapareceu das consolas Nintendo depois de 2013. A Wii U, lançada em 2012, tinha uma arquitetura gráfica já considerada datada face à concorrência mesmo no momento do lançamento, e a versão de Ghosts recebida nessa consola ficou marcada por quedas de taxa de imagem e texturas inferiores às versões PS3 e Xbox 360 da época. O fraco desempenho comercial e crítico dessa portabilidade afastou a Activision de novas tentativas durante a era Switch original, uma consola pensada sobretudo para jogos com exigências gráficas mais moderadas.

A Switch 2, lançada com um salto de hardware considerável face à Switch original (uma geração e meia de avanço em termos de arquitetura Nvidia, segundo as análises técnicas independentes já citadas), reabriu a porta a este tipo de portabilidade. O acordo de dez anos entre Microsoft e Nintendo deu o enquadramento contratual; o novo hardware deu o enquadramento técnico. Faltava apenas o calendário encaixar, e 2026 tornou-se o ano em que as duas condições finalmente coincidiram.

O que esperar depois de 23 de outubro: cinco previsões

  • A versão Switch 2 vai gerar comparações diretas e constantes com a PS5 e a Xbox Series X|S nos primeiros dias após o lançamento, com canais de análise técnica a publicar comparações lado a lado de resolução e taxa de imagem assim que o jogo estiver disponível ao público em geral.
  • O crossplay confirmado por Jack O’Hara deve tornar-se o argumento de marketing central da Activision para a versão Nintendo, precisamente porque resolve o maior medo dos jogadores: ficar isolado numa base de jogadores mais pequena.
  • É provável que a Activision acabe por confirmar um preço de lançamento para a Switch 2 alinhado com o valor de 69,99 dólares já aplicado no Xbox, seguindo o padrão habitual da indústria para edições Standard multiplataforma, ainda que o valor final em euros para Portugal só deva ficar claro perto do lançamento.
  • A concorrência do Battlefield 6 deve manter-se como pressão comercial sobre o desempenho do Modern Warfare 4 mesmo depois do lançamento na Switch 2, já que o rival da Electronic Arts demonstrou em 2025 capacidade de disputar diretamente a liderança anual de vendas nos EUA.
  • Esta portabilidade deve servir de referência para decisões futuras da Activision sobre lançar outros títulos AAA de forma nativa na Switch 2, em vez de os reservar apenas para streaming via cloud gaming, dependendo diretamente da receção crítica e comercial que o Modern Warfare 4 obtiver nas primeiras semanas após 23 de outubro.

O que isto significa para o mercado português

Para o mercado português, onde a Switch 2 já se tornou uma das consolas mais procuradas do ano, a chegada de um Call of Duty numerado representa um argumento de peso para famílias e jogadores que hesitavam entre investir numa consola híbrida ou esperar por uma PS5 ou Xbox Series X dedicada a jogos de tiros competitivos. A ausência de um preço confirmado em euros para a edição Switch 2, à data de publicação deste artigo, deixa em aberto se a Activision vai aplicar o mesmo tabelamento de preços praticado nas outras plataformas ou ajustar o valor ao perfil de preço mais contido que normalmente associa aos lançamentos de terceiros na consola da Nintendo.

O fator crossplay, já confirmado pela Infinity Ward, deve pesar especialmente para quem joga sobretudo em modo multijogador competitivo e teme perder amigos ou colegas de equipa que já têm PS5 ou Xbox. Combinado com a base instalada da Switch 2, que continua a crescer trimestre após trimestre segundo os números oficiais da Nintendo, este lançamento consolida a consola como uma opção séria mesmo para géneros que, até há pouco tempo, pareciam reservados às consolas de mesa mais potentes.

Perguntas frequentes

Quando é que o Call of Duty: Modern Warfare 4 chega à Nintendo Switch 2?
O lançamento está confirmado para 23 de outubro de 2026, em simultâneo com as versões PS5, Xbox Series X|S e PC.

Qual é o preço do Modern Warfare 4 na Switch 2?
A Activision ainda não confirmou publicamente um preço específico para a edição Switch 2. Na Xbox, a edição Standard custa 69,99 dólares e a edição Vault custa 99,99 dólares, mas esses valores não estão confirmados para a Switch 2 nem convertidos oficialmente para euros.

A versão Switch 2 tem crossplay com PS5, Xbox e PC?
Sim. Jack O’Hara, da Infinity Ward, confirmou que a Switch 2 partilha o sistema de jogo em rede (matchmaking) com as restantes plataformas.

Qual foi o último Call of Duty numerado numa consola Nintendo?
Foi o Call of Duty: Ghosts, lançado na Wii U em 2013, o que torna este regresso um intervalo de 13 anos sem presença numerada e nativa da franquia em hardware Nintendo.

Quem desenvolveu a versão Switch 2 do jogo?
A Infinity Ward trabalhou em parceria com o estúdio espanhol Digital Legends, especializado em portabilidades para hardware menos potente, para adaptar o motor gráfico à Switch 2.

Quantas consolas Switch 2 já foram vendidas até à data de lançamento do jogo?
Segundo dados oficiais da Nintendo, a Switch 2 tinha expedido 23,68 milhões de unidades a nível mundial até 30 de junho de 2026, com a previsão de somar mais 16,5 milhões de unidades só no ano fiscal seguinte.

A que resolução e taxa de imagem corre o jogo na Switch 2?
Relatos do beta aberto, testado em agosto de 2026, apontam para um objetivo de aproximadamente 60 imagens por segundo, com resolução reduzida e cortes visuais face às versões PS5 e Xbox. A Activision não confirmou oficialmente um número fixo de resolução.

Porque é que a Nintendo voltou a ter Call of Duty depois de tantos anos?
O regresso resulta de um acordo vinculativo de dez anos assinado entre a Microsoft e a Nintendo em fevereiro de 2023, firmado durante o processo de aprovação regulatória da compra da Activision Blizzard pela Microsoft, combinado com o salto de hardware que a Switch 2 trouxe face à consola original.